Origem do F.R.A.
Há Tradições Académicas que atravessam gerações sem que alguém pare verdadeiramente para pensar de onde vieram. O Grito Académico F.R.A. é uma delas: permanece vivo, vibrante e reconhecível, mesmo que poucos conheçam a sua origem ou compreendam plenamente o seu significado. Usado há décadas nos mais variados contextos estudantis, o grito divide-se tradicionalmente em duas partes. A primeira é a dedicatória, momento em que a voz de comando desafia a assembleia com a célebre pergunta: “Então (malta), e para (inserir dedicatória)…não vai nada, nada, nada?”, ao que todos respondem com um sonoro “Tudo!”. A provocação repete-se, a resposta também, num jogo de chamada e eco que cria o ambiente certo para o que vem a seguir. Entra então a segunda parte, a aclamação, conduzida por quem, com “cagança” e “pujança”, anuncia a chegada do F-R-A e desencadeia a sequência das vogais FRA, FRE, FRI, FRO e FRU, repetidas pela assembleia, até culminar na explosão final de “Aliqua, chiribiribi-tá-tá-tá-tá,...

Boa tarde queria saber se me podia ajudar numa questão eu no ano passado fui praxada só que em Novembro desisti da faculdade eu estava no curso de marketing no instituto politécnico de Setúbal só que este ano 2012/2013 vou voltar para a mesma faculdade e mesmo curso queria saber se tenho que ser praxada outra vez, eu estou com esta duvida pk não fiz o traçar capa nem participei das quintas feiras negras podia responder-me para o meu mail sefasfavor sofia.godinho1990@gmail.com.
ResponderEliminaro meu mail agora é outro desculpem sou a do post acima sofiagodinhof@yahoo.pt
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