As matrículas não se nacionalizam. Não é de Praxe reconhecer matrículas, nem a Praxe tem essa competência. Um papismo inventado nso anso 90 que não tem lógica nenhuma. As matrículas são as inscrições feitas na secretaria da instituição, seja ela qual for. Mude-se para outra qualquer academia, as anteriores matrículas continuam de existir e serme válidas enquanto tal.
Há Tradições Académicas que atravessam gerações sem que alguém pare verdadeiramente para pensar de onde vieram. O Grito Académico F.R.A. é uma delas: permanece vivo, vibrante e reconhecível, mesmo que poucos conheçam a sua origem ou compreendam plenamente o seu significado. Usado há décadas nos mais variados contextos estudantis, o grito divide-se tradicionalmente em duas partes. A primeira é a dedicatória, momento em que a voz de comando desafia a assembleia com a célebre pergunta: “Então (malta), e para (inserir dedicatória)…não vai nada, nada, nada?”, ao que todos respondem com um sonoro “Tudo!”. A provocação repete-se, a resposta também, num jogo de chamada e eco que cria o ambiente certo para o que vem a seguir. Entra então a segunda parte, a aclamação, conduzida por quem, com “cagança” e “pujança”, anuncia a chegada do F-R-A e desencadeia a sequência das vogais FRA, FRE, FRI, FRO e FRU, repetidas pela assembleia, até culminar na explosão final de “Aliqua, chiribiribi-tá-tá-tá-tá,...
Na correria dos dias, não damos conta de que as Insígnias que nos rodeiam contam histórias e remetem para um passado repleto de misticismo, talvez distante da realidade Praxística atual. A Colher de Praxe faz parte de um conjunto de elementos emblemáticos, cuja origem, embora incerta, remete para práticas simbólicas. Entre mitos, tradições e especulações, onde se encaixa a origem da Colher e qual a sua relação com o Estudante? Calcula-se e, muitas vezes, estabelece-se uma ligação causal entre a colher de pau, utilizada por mendigos para pedir esmola, e a Colher de Praxe. Porém, esta origem não é completamente certa. Sabe-se que na Península Ibérica, desde a Idade Média, se praticava o costume da oferta de sopa a quem precisava, nos quais, possivelmente, se incluíam estudantes menos abastados. A colher de pau era, assim, utilizada como acessório, surgindo na aba do chapéu, no peito do vestuário ou mesmo em cestos, daqueles que procuravam sustento. Gírias como “S...
“Não lavar a Capa e a Batina”. Este costume surgiu para preservar as memórias guardadas no Traje Académico. Embora valorizado por muitos, este mito não tem fundamento histórico, visto que o Traje Académico na sua origem era a indumentária do estudante do Ensino Superior, pelo que este deveria apresentar-se aprumado e bem cuidado. Além disto, tal como ordenava o art.º 27 do Regulamento da Polícia Académica de 25 de Novembro de 1839, “[...] qualquer estudante que for encontrado em público com vestido talar académico, sem ser limpo e decente [...] será recolhido à casa de detenção académica”. Nos tempos que correm, é de extrema importância a lavagem do Traje devido à situação pandémica que vivemos e ao risco que representa para a saúde pública. Do uso do Traje. Deste tópico advêm diversos costumes e tradições, entre os quais alguns mitos, que podem passar despercebidos. “Uso obrigatório da T-shirt do Caloiro” . Embora isto seja um tema recorrente, é importante frisar que o uso da T-shirt ...
As matrículas não se nacionalizam.
ResponderEliminarNão é de Praxe reconhecer matrículas, nem a Praxe tem essa competência.
Um papismo inventado nso anso 90 que não tem lógica nenhuma.
As matrículas são as inscrições feitas na secretaria da instituição, seja ela qual for. Mude-se para outra qualquer academia, as anteriores matrículas continuam de existir e serme válidas enquanto tal.